quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Crise hídrica e energética

No Brasil foram poucos os casos de sucesso no que se refere a ocupação urbana, Dom Pedro II nos legou a maior floresta urbana do mundo, mas poucos sabem que foi fruto de reflorestamento e o objetivo central era atender aos projetos do genial engenheiro André Pinto Rebouças, hoje esquecido dos brasileiros.

BRASIL!


Toda atividade humana é impactante, e o uso de água faz parte dela, é onde se tem competividade. Mas não deve ser a preocupação, pois até mesmo Israel exporta alimentos e os produz em escala.

E mesmo as ervas daninhas consomem água. Este está longe de ser um problema. O problema está no consumo humano concentrado, como nos grandes centros, pois os impactos estão dada dia mais distantes. E temos também o consumo de energia, boa parte perdida na transmissão, mas na idiotia brasileira isso não é discutido. As indústrias eletro-intensivas deveria estar instaladas próximas a geração, no caso no Paraná, na costa Oeste e ao longo do Rio Iguaçu. E igualmente se desconsidera soluções inteligentes como a ENEREDE do Engenheiro Thomas Fendel (www.fendel.com.br).

Crise Hídrica ou incompetência no planejamento urbano e preservação dos mananciais?

Gerhard Erich Boehme
boehme@globo.com

O Brasil se destaca pela violência crescente, tivemos devido à violência mais de 200 mil mortes por ano, isso nos últimos três anos. E o número é crescente, com redução apenas em São Paulo e no Paraná.

E qual a principal causa? A discriminação espacial, também conhecida como segregação urbana.

E como ela ocorreu? Foi a soma de efeitos perversos da lei, a começar as leis no campo, que tornaram as manutenção das vilas rurais palco de insegurança jurídica. Não restou outra alternativa aos fazendeiros, pecuaristas e sitiantes tirarem os seus trabalhadores de suas propriedades. Ampliou-se o contingente de boias-frias errantes e intensificou-se a mecanização, assim como por culturas que possam ser mecanizadas com maior facilidade. Passou pelos efeitos da lei do inquilinato, que somado ao rigor tributário, na realidade bitributação, sobre os que viviam do aluguel, ou, como uma forma de aposentadoria, planejavam viver do aluguel. O investimento na construção civil passou a ser de curto prazo. E chagamos a outro efeito perverso da lei, agora das domésticas, não apenas sobre as domésticas que não mais residem nos seus empregos, mas  sobre os caseiros, que também levaram a insegurança jurídica para dentro das pequenas propriedades no campo, nas praias e nas montanhas. Muitos estão perdendo seus empregos e inchando grandes centros ou ampliando a discriminação espacial. E a estes efeitos se soma a forma obtusa de se planejar o crescimento das cidades, sem considerar os efeitos positivos da especulação imobiliária, que levava a se investir em propriedades maiores, normalmente terrenos de mais de 800 m². E estes são condição essencial para qualidade de vida.

A idiotice tomou conta do Brasil, urbanistas como o genial Engenheiro e Arquiteto Jaime Lerner, passaram a ser desconsiderados, o modelo, pautado no populismo passou a ser o dos projetos no melhor estilo do Programa Ninha Casa, Minha Vida, Minha Cidade de Deus. E com eles toda a pressão sobre a ocupação desordenada do solo, ampliando-se os efeitos a impermeabilidade do solo e da poluição. E o mais grave, passamos a incubar a violência em escala exponencial. O planejamento urbano é agora de curto prazo, o objetivo são as próximas eleições.

Que se dane a violência! Que se dane a baixa qualidade de vida! Que se dane o meio-ambiente!

A discriminação espacial, fruto do descaso público e da falta de compromisso com planos diretores e que é, seguramente, após a falta de educação fundamental de qualidade, a principal causa da escalada de violência no Brasil, ainda mais agora, ao sabor de programas populistas e irresponsáveis como o “Minha casa, Minha vida”. Os despejados acabaram migrando para os morros próximos, inclusive o Morro da Favella (hoje Favela da Providência), dando origem à primeira favela brasileira (e à própria expressão “favela”).

O resultado desta discriminação espacial produziu somente o Rio de Janeiro as suas atuais quase 1.000 favelas e urbanizações populares, estas pautadas pela discriminação espacial, a exemplo da “Cidade de Deus”, a ausência do poder público é uma constante, são lugares onde as polícias não entram ou não se fazem presente. É o estado ausente onde deveria atuar.

A discriminação espacial, com seus conjuntos de casas populares, nestes casos é mais grave, pois geram a violência por uma série de razões, dentre as quais destaco:

1. não permitem que as crianças tenham espaço para brincar sob os olhos dos pais ou responsáveis, já que em tenra idade são “expulsas” para as ruas, com todo tipo de influência negativa; fazendo com que a educação não venha de pessoas responsáveis, mas de oportunistas que se apropriam de nossas crianças para iniciá-las na criminalidade ou em atividades sexuais;
2. as famílias não possuem condições, em seu espaço físico, de exercer uma atividade econômica, como uma oficina, um atelier, etc., nem hoje e muito menos no futuro, assim destruindo qualquer iniciativa de voltada ao empreendedorismo;
3. as famílias, impossibilitadas pela área disponibilizada, não podem ampliar as suas construções de forma que tenham uma vida mais digna e que acompanhe o seu crescimento natural, com a chegada dos filhos ou mesmo a vinda de pais ou parentes em idade mais avançada;
4. as famílias ficam impossibilitadas de terem uma complementação da alimentação, através de árvores frutíferas, hortas ou criação de pequenos animais (galinhas, codornas, etc.;
5. as famílias, devido a irracional ocupação dos espaços, ficam privadas de sua intimidade;
6. as famílias ficam impossibilitadas de ampliarem as suas residências, conferindo a elas mais conforto, qualidade de vida e praticidade;
7. as famílias ficam impossibilitadas de investirem suas poupanças, tempo e recursos em suas residências, possibilitando o aumento natural do valor de seu patrimônio;
8. as famílias passam a ocupar o espaço sem preocupações com o ambiente que as cercam, criando e agravando os impactos ambientais e deteriorando o espaço urbano.

Minha casa, Minha vida é um estelionato eleitoral, reforça a cultura da lombada com suas cidades de deus:

"Cidade de Deus, o berço da criminalidade institucionalizada no Brasil foi construída pela COHAB e financiada pelo BNH, a Cidade de Deus foi construída pelos governadores do Estado da Guanabara de 1965 até 1970, idealizado pelo populista da extrema direita, Carlos Lacerda, cassado na Contrarrevolução de 1964, e concluído pelo então governador Negrão de Lima entre os anos 1968 e 1970.
Manteve-se a discriminação espacial, que antes os confinavam em favelas como Praia do Pinto, Parque da Gávea, Ilha das Dragas, Parque do Leblon, Catacumba e Rocinha. Atravessada pelo Rio Grande e seu afluente Estiva, a Cidade de Deus passou a ter um crescimento interno desordenado, observando-se um processo de favelização ao longo desses canais.

Junto ao conjunto surgiram as comunidades do Muquiço, Santa Efigênia, travessa Efraim, Rocinha II e Jardim do Amanhã II, além de mais discriminação espacial institucionalizada, com os novos conjuntos habitacionais como o Vila Nova Cruzada e o Jardim do Amanhã. Em 1997, com a inauguração da "Linha Amarela", a Cidade de Deus seria seccionada: de um lado os Conjuntos Margarida, Gabinal etc e, do outro, o restante das antigas glebas, as duas partes interligadas por passarelas. A vida no bairro inspirou o filme brasileiro "Cidade de Deus", baseado no romance homônimo de Paulo Lins, com roteiro de Bráulio Mantovani, dirigido por Fernando Meirelles. Lançado em 2002 no Brasil e, posteriormente, no exterior, o filme teve enorme sucesso, recebendo inúmeros prêmios e indicações. Infelizmente não trouxe à reflexão dos brasileiros, hoje pocotizados, como bem nos lembra Luciano Pires (www.lucianopires.com.br) em seu bestseller, para a questão da discriminação espacial no Brasil, decorrente de falta de políticas públicas consistentes, como Plano Diretor e Agenda 21 Local."

E este modelo não se sustenta, pois a cada dia mais se necessita buscar água mais longe. E vale lembrarmos que no Brasil foram poucos os casos de sucesso no que se refere a ocupação urbana, Dom Pedro II nos legou a maior floresta urbana do mundo, mas poucos sabem que foi fruto de reflorestamento e o objetivo central era atender aos projetos do genial engenheiro André Pinto Rebouças, hoje esquecido dos brasileiros. O segundo é mais recente e muito se deve ao médico paranaense que foi Prefeito de Extrema/MG. Extrema passou a ser fornecedora de água para a Capital paulista. Mas poucos reconheceram a competência do Dr.  Sebastião Antônio. Camargo Rossi. Se o Brasil fosse um país sério, com profissionais que discutem problemas hídricos com propriedade, o modelo dele  seria repetido Brasil afora. Mas ignorância predomina, começa com os que ocupam o Palácio do Planalto e o Palácio do Alvorada, quando não a Granja do, de onde sai, Torto.

Este modelo não se sustenta, pouco se investe na recomposição da matas ciliares, principalmente em São Paulo, basta ver o entorno dos reservatórios. A quase totalidade ocupada por um esquema de privilégios, onde o poder público fecha os olhos para os passivos ambientais, em especial as casas de luxo com suas lanchas à porta. Este esquema sangra os reservatórios de duas maneiras, retirando a cobertura vegetal e consumindo parte significativa da água.

E com a “crise hídrica” outras duas idiotices tomaram conta dos brasileiros, não se questiona em investir em gestão, para que se reduza o desperdício de água, como o faz a SANEPAR e poucas concessionarias municipais, isto mesmo, municipais, pois a concessão é municipal, muito embora as empresas, fruto de um modelo imposto durante o regime militar, são empresas estaduais. A outra é chamarmos o VOLUME VIVO, de volume morto. É nesta reserva, não técnica, mas ambiental que se refugiaram muitos peixe e outros animais, muitos em extinção, e os ambientalistas, de carteirinha, ou subvencionados com recursos públicos calaram a boca ou estão rasgando o diploma.

Pior é vermos investimentos que sustentam este modelo cruel, que não apenas gera a discriminação espacial, como alimenta a violência. O Brasil necessita crescer para o interior. A concentração urbana, com estas aberrações jurídicas, que tributa o aluguel, que joga os caseiros, com toda uma qualidade de vida, para olho a rua, e de lá para os grandes centros.

Parece-me que falta inteligência. Se há uma relação de causa e efeito, temos que atuar não apenas nos efeitos, estes exigem ações emergenciais, mas temos que atuar no médio e longo prazo. E mais importante, que se invista em gestão, pois a soma de algumas letrinhas pode elevar o nosso PIB com facilidade em mais de 20%, isso mesmo, podemos ter um crescimento de no mínimo 1/5 em poucos anos se investirmos na combinação 3R + 8S. E quem sabe até mesmo fazer com que sobre água.  É o básico da gestão ambiental somado ao básico da gestão da qualidade necessitam ser universalizados. Tal como escrever o próprio nome, devem ser dominados por todos os brasileiros.

Gerhard Erich Boehme – Professor, Consultor, Auditor e Perito Criminal
Engenheiro Químico (UFRJ), Administrador (UFPR), Especialista em Segurança e Saúde do Trabalho, Especialista em Engenharia de Processos, Especialista em Engenharia da Qualidade.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aquecimento Global "A FARSA" - Palestra Prof. USP



O PODER DO MITO:  Na ideologia do aquecimento global, utilizada para influenciar as pessoas. Aqueles que sabem controlar os mitos, sabem controlar as mentes das pessoas.
O planeta não é vivo. Vivo somos nós humanos. e precisamos sobreviver sem o mito do aquecimento global.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Não! a Privatização das Reservas Hídricas Brasileiras

O BRASIL MERECE RESPEITO

Hipócrates cita a procura da humanidade por um alimento que de saúde, energia e longevidade, isso há mais de 2.500 anos,talvez os benefícios do consumo adequado de água não fosse conhecido nesta época.

 RESERVAS HÍDRICAS
"A reserva hídrica guarani"

"Rio Hamza" Amazonas
Potencial do aquífero sob a Amazônia é um dos maiores do continente.
"Aquífero Alter do Chão" Santarém
Existem boatos que o Governo Federal questiona a possibilidade de privatizar os Aquíferos Brasileiros, enquanto 52% da população pobre não tem acesso a água potável, enquanto a sociedade brasileira recebe em suas torneiras água de esgoto tratada. Porque o governo não seguiu o exemplo de Bogotá que disse não ao empréstimo. Eles não pegaram o dinheiro do Banco mundial e administraram a água com recursos próprios.
Em contra-partida, os Estados Unidos e a China estão retirando "expropriando" a água doce do Amazonas a água mais pura do mundo, e vendendo na Europa e E.U. a  preço de ouro.  Aonde fica a posição do governo brasileiro em regularizar tal façanha, para que o Brasil  alienado e condicionado ao Banco Mundial privativista não perca a sua Soberania...

POR QUE  o governo não informa e privatiza  o maior aquífero do mundo que fica no Brasil com potencial de abastecer o planeta por 250 anos.
01) http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/03/21/maior-aquifero-do-mundo-fica-no-brasil-e-abasteceria-o-planeta-por-250-anos.htm
POR QUE  o Aquífero  Alter do Chão passou a chamar-se "SAGA" do ("Sergio Amoroso") Pesquisem o Projeto Jari Amazonas de 1971 então assumido pelo presidente da WWF no Brasil Sergio Amoroso da "Jari!/SAGA!" [4] !!!  Sergio Amoroso é o presidente da usurpadora WWF que mantém as ONGS na Amazônia; 
1) http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/02/sergio-amoroso-fundador-da-wwf-brasil.html  -  : 

POR QUE o "principe" Charles veio ao Brasil em 2009 e dirigiu-se a Santarém e Altear do Chão acompanhado da ex-governadora do Pará a entreguista Ana Júlia Carepa
1) http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2011/02/principe-charles-e-os-aquiferos.html

POR QUE o governo não informa ao povo brasileiro sobre a existência do RIO HAMZA águas subterrâneas na Amazônia?  (Protegidas pelo Exército?)
DR. HAMZA
https://www.youtube.com/watch?v=wSllGrz1Pfo
https://www.youtube.com/watch?v=w6iSHPVaI6Y
https://www.youtube.com/watch?v=av00bGQ_VZs
1) http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2012/02/rio-hamza-esclarecimento-da-associacao.html

"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água 
(legendas em português) bloquearam??? São os próprios alemães que nos avisam... http://www.dailymotion.com/video/x2tapzc (assistam aquí)
 sao-lourenço-parque-das-águas

A politização do 'Arquífero Guarani' em prol das grandes potências

Aquífero Guarani: Brasil na negociação adotou postura soberanista, o Brasil não exerceu o papel de líder:  http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2016/01/aquifero-guarani-brasil-na-negociacao.html

Argentina entrega aos Estados Unidos a terceira maior reserva de água doce do mundo o Aquífero Guaraní. http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2016/08/argentina-entrega-aos-estados-unidos.html

Segundo o Banco Mundial que é privativista, a próxima guerra mundial não será por petróleo mas sim por água. Por seu lado, a CIA diz que por volta de 2016 a água será uma das maiores causas de conflito internacional. E a ONU prevê que em 2025 a procura do líquido superará o abastecimento em 56%. 


01 - É preciso retomar a cultura no Brasil, porque a política é uma expressão da cultura vigente; - a privatização do ensino no Brasil  através dos consensos criminosos orquestrada pelos globalistas internacionais e obedecidas pelos entreguistas dos países sempre em desenvolvimento, continua a fazer dos jovens brasileiros as vítimas culturais da mentirosa e camuflada “globalização marxista”. 2016, Todas as etapas de Gramsci foram efetivadas, só falta inserir a palavra SOCIALISTA na Constituição. http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/07/o-periodo-em-que-o-ensino-no-brasil.html
02 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2013/11/a-sociedade-civil-organica-e-os.html
03 - https://www.facebook.com/pages/David-Rockefeller-Center-for-Latin-American-Studies-at-Harvard/67980500322
04 - http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/Jari/Projeto-Jari.shtml

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Manaus: Falta saneamento básico - Falta água potável

Manaus falta de água potável cobrança indevida de consumo e taxa de esgoto, além de má qualidade de atendimento. Vazamento de tubulação e demora nos serviços de reparos e ligação de tubos, também estão entre as principais reclamações:




Palafitas da favela Igarapé do 40, em Manaus: esgoto e lixo são lançados diretamente 
sobre os rios, cuja água também é usada para banho


A POPULAÇÃO PROTESTOU MELHOR NÍVEL DE VIDA O PREFEITO Amazonino Mendes RESPONDE:


Amazonino Mendes utilizando o poder político e praticando o CRIME DE USO DO PODER, desmoralizou a cidadã nascida filha do Pará, desqualificando-a por ter nascido no Pará/Amazona conforme filme noticiado em todas as redes de TV em fev/2011 só e unicamente pelo protesto de (in)gerência na administração pública praticada por este prefeito co….


Amazonino Mendes o ser que se diz homem humano, (sei não!) em sua gestão como governador, doou as reservas de gás do Amazonas a preço de banana;- o saudoso Senador Jefferson Peres bem que tentou, na época da expropriação da CIGAS pediu uma CPI, mas não foi capaz de sustentar o pedido sozinho, Não sei como Amazonino Mendes ainda continua exercendo poder político.
Amazonas… Amazonino Mendes, diga, responda, confesse …
E que outro nome há para os geradores da CEAM? E para a venda da Cosama? E para a venda da CIGAS? E para a história do Correio Amazonense? E para a editora Novo Tempo? E para as obras do Alto Solimões? E para a compra de votos? E para o caso Soraia? E para a Albatroz? E para a Vorax? E para a Farol da Colina? E para a veeelha Ação Conjunta? E para a doação do Gás, originando o dossiê Gemini. Ora, cético leitor, falemos português claro. Eles se espalham no picadeiro, mas sómente pesquisando a fundo para saber o que rola nos bastidores.
E tem mais… Amazonino Mendes pede empréstimos a bancos internacionais, para realizar obras “já realizadas” no Alto Solimões? Como é que Amazonino vai pedir ajuda do governo, se o governo vive de empréstimos? Só como lembrete: a gestão municipal atual, e vinda de longo tempo, sempre supervisionada por este senhor que se diz dono do Amazonas, entregou as maiores obras viárias da cidade com seu próprio dinheiro, sem empréstimo do Banco Mundial (depois de tantos empréstimos já feitos), e mais incrível, pagando somente por obra feita.
leiam…http://aguanectardivino.blogspot.com/2011/02/banco-mundial-leva-os-paises-seguir.html#comments
Filme da Ofensa de Prefeito de Manaus Amazonino Mendes à Cidadã Brasileira Paraense:

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Banco Mundial empresta, mas... leva os países a rota da privatização de seus Ativos


Bob Carty, Rádio CBC

CBC.ca Homepage
Fonte traduzida via google translator e pode conter erros. No entanto, ainda pode causar o entendimento e a ferramenta dessa maneira.
Por que o Banco Mundial? Qual foi sempre o seu papel em tudo isso?
Para a maioria dos países pobres e sua história, o Banco Mundial concedeu ajuda para o desenvolvimento e costumava dizer que os  ajudava a construir a sua própria distribuição de água. 


Quando Reagan e Thatcher estavam no poder, na Inglaterra o Banco Mundial teve um monte de críticas por sido demasiado liberal, por ser uma agência que deu a ajuda que deu subsídios, que deu assistência aos pobres. E assim, o Banco foi pressionado a adotar uma posição mais ideologia neo-liberal e fizeram todo o coração derreter, dizendo que as empresas poderiam fazer o que os governos não podem, assim,  lançaram documentos em favor da privatização da água.


Seguir Jamal, diretor de água e energia para o Grupo Banco Mundial, diz que o Banco Mundial apóia os serviços de água públicos e privados, mas há um compromisso claro de negócio.


Como o Banco Mundial leva os países a seguir a rota da privatização?
Através de algo que eles chamam de condicionalidade. Esta é a velha idéia da ajuda ligada, ou de empréstimos vinculados - se você quer nosso dinheiro, você tem que fazer o que prescrevem. Em nossa pesquisa, constatamos que nos últimos anos, quase 60 por cento do que é chamado de Banco Mundial "empréstimos de ajuste estrutural" e tais condições, o que implica que os governos têm de privatizar parte do Estado ou de parte dos serviços públicos de água. O Banco Mundial justifica isto dizendo que está apenas tentando obter água para os pobres?. Os críticos o chamam de tática braço forte que é projetada para forçar a abertura dos mercados para os negócios. O Banco gosta de dizer, por exemplo, que os governos locais são os de decidem privatizar e  não  o Banco Mundial.
Mas se colocar na posição de um país pobre, aonde é oferecido 200 milhões de dólares a única saída é privatizar. Você não consegue nada se você não privatizar. Os países certamente vê esta estratégia do Banco Mundial como pressão. Mesmo o setor privado reconhece isso como pressão. Eu fiz cinco entrevistas com o Banco e eles são muito tímidos sobre esta condicionalidade. Mas se você falar com o privates  eles dizem que é claro que há condicionalidade do Banco Mundial e é vital para a sua expansão nos países do sul.


O Banco Mundial está a subsidiar a expansão do setor privado em todo o mundo.
É exatamente o que dizem os críticos, e em certo sentido Yves Picard, admitiu que a mim. Quando tivemos nossa conversa na África do Sul, ele me disse que, como empresas privadas, pode fazer um serviço e pode dar lucro quando está servindo a classe média, mesmo em África, Ásia e América Latina. Mas eles têm dificuldade para obter lucro sobre os pobres, para que onde eles precisam de um tipo de fluxo de dinheiro mole, ou de empréstimos, ou, se quiser, o subsídio do Banco Mundial. E eu suponho que é uma das razões pela qual até mesmo algumas das avaliações internas do Banco Mundial sugerem os resultados da privatização da água,  sabendo que o fornecimento da água aos pobres não teve resultados satisfatórios.


E sobre as descobertas dos jornalistas sobre a privatização de todo o mundo?
Mista - algumas boas, outras ruins. Acima de tudo eu diria que os benefícios foram superados pelos negativos. Existem padrões nos deparamos em muitos países, muitas vezes as empresas privadas querem prometer a lua para obter um contrato - nós estamos indo para ajudar os pobres, vamos poupar dinheiro - e então rapidamente depois de se obter o contrato e receber controle, eles renegociam o contrato. Até mesmo o Banco Mundial está preocupado com esta tendência particular.
Nas Filipinas, por exemplo, nós encontramos comunidades que receberam água, mas a maioria das pessoas dizem que não estão satisfeitos com a privatização. Em Jacarta, milhares, dezenas de milhões de dólares foram embolsados pelos comparsas do ex-ditador Suharto. Em Hamilton, Ontário, encontramos que os cortes de pessoal tinha sido acusada por alguns como o pior vazamento de esgoto no lago Ontário. Na África do Sul, encontramos 10 milhões de pessoas cuja água foi cortada porque não podiam pagar, às taxas de mercado.


Existem boas instituições públicas para serem apoiadas?
Na verdade, e isso é interessante. Em Bogotá, encontramos um utilitário fascinante que ganhou prêmios para a melhor utilidade na América Latina ano após ano, e eles fazem isso por ter os ricos subsidiando os pobres. Mas você sabe o que aconteceu com eles há alguns anos atrás? Eles foram para o Banco Mundial para obter um empréstimo para ajudar a prolongar mais serviços aos pobres e o Banco Mundial disse que não, não vamos dar crédito a menos que privatizar e desmontagem de subsídios. O povo de Bogotá disse que não. Eles não pegaram o dinheiro e fizeram com recursos próprios.

  • comento: O Brasil tem condições de seguir o exemplo de Bogotá. PORQUE NÂO FAZ?

E sobre o outro lado da equação? Há privatizações que funciona?
Depende de como possam avaliá-los. As empresas privadas citam Casa Blanca e Moncton, Ontário., Onde as pessoas são convocadas e relatados para dizerem ser completamente felizes com a água limpa que sai de uma fábrica trabalhada pela Vivendi. O sindicato lá ainda diz que poderia ter sido feito melhorias, por aproximadamente $ 14 milhões a menos com dinheiro do governo (recursos próprios). Portanto, há sempre maneiras diferentes de avaliar isso.

Qual o tamanho de um fenômeno é a mudança para privatizar a água?
Em 1990, ou 12 anos atrás, existiam operações privadas no domínio da água potável em 12 países. Eles estão agora em 56 países. Se você joga resíduos nos serviços de água, saneamento, bem como água potável, que está em mais de 100 países. Isso é uma tremenda expansão em apenas 12 anos.
Se houvesse um sinal McDonald's sobre esta indústria, que seria "300 milhões servido." Esse é o número de pessoas que recebem água de concessionárias privadas.
As empresas têm sido bastante bem sucedido em promoverem a si próprios como os fornecedores de água que é mais barato e eficiente. Foi assim que eles venderam-se ao redor do mundo.
O que isto significa é que em lugares como África, Ásia, América Latina, que anteriormente estavam pagando sua conta de água como de utilidade pública, que foi controlada por políticos eleitos. Quando vai privado, passaram a pagar para uma empresa privada. Há menos transparência, menos responsabilidade, e parte dos lucros cada vez que você puxar o autoclismo ou abrir a torneira está indo a lugares, COMO Grã-Bretanha mais provável e França.


É essa expansão apenas nos países em desenvolvimento?
Não, ela também está acontecendo na América do Norte. Na verdade, a América do Norte é o alvo principal, a jóia da coroa para a indústria da água. Agora, no Canadá e nos Estados Unidos, apenas cinco por cento do mercado de água é privado, a maioria é pública. Mas temos visto grandes contratos em locais como Atlanta, Indianapolis, Porto Rico e, aqui no Canadá, em Moncton, Halifax e Hamilton.
Quando você pensa sobre os grandes negócios em expansão em todo o mundo, você pensa muito mais NAS MEGAS indústrias, tais como alta tecnologia, você não pensa sobre a água. Por que a água É SUPER  tão MEGA NEGÓCIO SUPER atraente como nenhum outro!
Sempre jogar no Monopólio? Você sabe qual a estratégia? - todo mundo quer ficar Boardwalk. Mas há uma outra estratégia - que você compra o ferro e as utilidades e toda a gente que vai em volta da mesa vai pousar em um desses. Esses utilitários, embora eles não são muito sexy, eles rake apenas no dinheiro, volta após a rodada do dado.
É basicamente a idéia das companhias de água. Eles chamam isso de a ostra grande fechado. Alguns chamam isso de ouro azul, ou o petróleo deste século. O mercado que estamos falando aqui é atualmente cerca de US $ 500 bilhões por ano e pode crescer nos próximos anos alguns de US $ 3 trilhões.


Thames Water sede em Reading, Inglaterra, sobre o rio Tâmisa, 40 minutos a oeste de Londres de trem
Conte-me sobre as companhias de água principais. Quantos grandes jogadores estão lá?
Quando começamos esta pesquisa, tínhamos 10 empresas na nossa lista e agora há seis anos. Realmente há três gigantes - a Vivendi e a Suez, ambos da França, e Tâmisa, que é baseada na Inglaterra, mas pertence a um conglomerado alemão RWE.
Estamos falando de grandes aqui. Estas três empresas combinadas empregam duas vezes mais pessoas como todo o governo canadense. Suas vendas anuais, por exemplo, uma empresa na Bolívia, é vendas anuais são o dobro do tamanho do Produto Interno Bruto de todo o país.
Eles são grandes, sim, e eles vão voltar maiores.



Na França, as empresas vão voltar para o canal de Suez, e é aí que o nome vem. Então eles entraram no negócio da água na França e tinha um monte de relações ao longo de décadas com o governo francês, com o francês partidos e políticos.


sede principal da Suez estão em um edifício moderno, que envolve uma antiga mansão.Ele está situado a apenas uma quadra do Palácio do Eliseu, onde o presidente da República Francesa obras. Acima: vista interior. Abaixo: vista para o exterior




Uma das nossas conversas jornalisticas nos capítulos sobre como esse relacionamento acabou se complicando por vezes, e nós vimos na última década ou dois políticos e gestores de recursos hídricos serem condenados por coisas como as doações ilegais, subornos políticos e fixação de preços.



Mas a expansão internacional acontece após as privatizações de 
Thatcher, na Inglaterra. 

Na década de 1980 e na década de 1990 nós vimos essa expansão privativista ao redor do mundo, ajudar em grande parte  instituições como o Banco Mundial.